Grisões (Graubünden)
GR
Conhecer a região
Os 21 links desta região — 4 jornais, 6 escritórios de turismo, 11 sites de comuna — são da Locomotiva.
Liberar →As praças · 28
Os lugares onde se mora e se trabalha. Cada um tem a sua página.
St. Moritz
GRGemeinde St. Moritz
St. Moritz é uma vila de montanha no Engadin Alto que funciona como um centro de luxo com estrutura de cidade pequena. Quem chega para trabalhar aqui trabalha na ponta mais exigente da hotelaria suíça: casas grandes, brigadas grandes, hóspede que volta todo ano e cobra o mesmo padrão. A praça é a própria comuna, com administração própria. Isso simplifica a sua vida: o registro de residência, o pedido de carteira de identidade e os atestados se resolvem no mesmo prédio, sem depender de outra vila. O idioma oficial da comuna é o alemão — em St. Moritz o romanche não divide essa função com ele, ao contrário de boa parte do Engadin Alto. Na rua e nos documentos você vai ler alemão; na casa em que vai trabalhar, provavelmente também inglês e italiano. O ritmo é de duas temporadas com uma pausa no meio. Quem chega fora da janela encontra vila esvaziada e casa fechada, e conclui que não há mercado — quando o que houve foi calendário errado.
37 casas · 10 vagas
Davos
GRGemeinde Davos
Davos não é uma vila pequena: é uma das localidades habitadas mais altas dos Alpes e funciona como uma cidadezinha esticada ao longo do vale, dividida entre Davos Platz e Davos Dorf. Para quem vem trabalhar, isso muda tudo em relação a uma aldeia de temporada — tem comércio, serviço público, hospital e transporte urbano o ano inteiro. A praça é a própria comuna e tem administração própria. Davos também vive de congressos e eventos além do esqui, o que dá à hotelaria daqui um movimento que não é só de neve e de verão. O destino é comercializado junto com Klosters, mas as duas são comunas distintas: onde você mora decide onde se registra, e não o nome do destino que aparece no anúncio da vaga. O ritmo continua sendo de duas temporadas, com uma janela morta entre elas.
30 casas · 19 vagas
Arosa
GRGemeinde Arosa
Arosa é uma vila de montanha no fim do vale do Schanfigg, acima de Chur. É lugar de hotelaria de temporada, não de cidade: o que existe ali existe por causa do turismo. A comuna de hoje é grande no mapa porque absorveu, em 2013, várias aldeias do vale abaixo. Para você isso tem um efeito prático: a administração é uma só, mas atende endereços espalhados pelo Schanfigg, e há um balcão de vale em St. Peter além da prefeitura em Arosa. A vila só se alcança por uma estrada e uma ferrovia, ambas subindo de Chur. Quem trabalha aqui vive aqui — descer para a cidade não é coisa de fim de expediente. Arosa é comercializada em conjunto com Lenzerheide, do outro lado da montanha, mas são comunas diferentes, com administrações diferentes.
25 casas · 21 vagas
Lenzerheide
GRGemeinde Vaz/Obervaz
Lenzerheide é uma vila de altitude num planalto entre Chur e o Engadin, voltada para o esqui no inverno e para a montanha no verão. É praça de hotelaria de temporada, sem vida de cidade. O detalhe que mais confunde quem chega: Lenzerheide não é uma comuna. A vila pertence a Vaz/Obervaz, e é essa administração que registra você. Os povoados vizinhos do mesmo planalto pertencem a outras comunas, como Churwalden e Lantsch/Lenz — então o seu endereço, e não o nome do destino no anúncio, é o que decide onde você se apresenta. A praça é vendida em conjunto com Arosa, do outro lado da montanha, mas também ali são administrações separadas. Não há trem. Tudo entra e sai por estrada.
18 casas · 18 vagas
Flims
GRGemeinde Flims
Flims fica na Surselva, acima do vale do Reno anterior, e trabalha o ano inteiro com montanha: esqui no inverno, floresta e lagos no verão. É uma vila de montanha, não uma cidade, mas fica perto de Chur para o padrão dos Grisões. A praça é a própria comuna. Flims, Laax e Falera aparecem juntas na propaganda do destino e dividem a mesma área de esqui, mas são três comunas separadas, cada uma com o seu balcão. Se a sua vaga for em Laax e você morar em Flims, o registro é em Flims — e vice-versa. A vila é dividida entre Flims Dorf e Flims Waldhaus, e a administração fica em Flims Dorf. Não há estação de trem na vila.
16 casas · 1 vaga
Chur
GRGemeinde Chur
Chur é a capital do cantão dos Grisões e a única cidade de verdade desta lista. Quem trabalha aqui trabalha numa praça urbana: hotelaria de cidade, restaurante que atende morador e gente de passagem, e não vila que enche e esvazia com a neve. É também o nó por onde tudo passa. As linhas que sobem para Arosa, para Davos e Klosters, para o Engadin e os ônibus que servem Lenzerheide e Flims saem ou passam por aqui. Na prática, se você vai trabalhar em qualquer praça dos Grisões, provavelmente vai desembarcar em Chur antes. Sendo capital, é aqui que ficam as repartições do cantão — inclusive a que trata de autorização de estada e de trabalho para estrangeiros. Para quem chega, Chur costuma ser a praça mais simples de resolver a vida: mercado, moradia e transporte funcionam como em cidade.
14 casas
Samnaun
GRGemeinde Samnaun
Samnaun é um vale alto e isolado, encostado na fronteira com a Áustria, e é a praça mais particular desta lista. A vila é pequena, espalhada em povoados, e a área de esqui é compartilhada com Ischgl, do lado austríaco. Samnaun é zona franca suíça: em 1892 o Conselho Federal concedeu ao vale a isenção alfandegária, principalmente porque não havia estrada ligando Samnaun ao resto da Suíça sem passar por território estrangeiro, e porque isso encarecia a vida ali. O comércio livre de impostos até hoje é parte do que move a praça — e aparece no tipo de hóspede e no movimento das lojas. A praça é a própria comuna, com administração própria, ainda que o vale só se alcance por fora. É hotelaria de temporada, com forte inverno e uma janela de verão mais curta. Quem vem para cá precisa entender que não é uma vila de onde se desce à cidade com facilidade.
14 casas
Scuol
GRGemeinde Scuol
Scuol fica no Engadin Baixo, e é a maior comuna da Suíça em área — não porque a vila seja grande, mas porque várias aldeias do vale se uniram a ela em 2015. Isso significa que endereços bem distantes uns dos outros são atendidos pela mesma administração. Aqui o romanche é a língua oficial da comuna, e Scuol é a maior comuna de língua romanche do país. Na prática, você vai ver placa, documento e site do município em romanche antes de ver em alemão — o site oficial tem versão nos dois. No trabalho, o alemão continua sendo a língua que resolve. A praça vive de montanha e de água termal, e a casa de banhos da vila trabalha fora da estação de neve, o que dá a Scuol um movimento que não é só de inverno. É uma vila de vale, alcançável de trem, e serve de base para quem sobe para Samnaun.
14 casas
Pontresina
GRGemeinde Pontresina
Pontresina fica no Engadin Alto, a poucos minutos de St. Moritz, encostada no vale que sobe para a Bernina. É uma vila de montanha com tradição de alpinismo, menor e mais calma que a vizinha, e com hotelaria clássica. A praça é a própria comuna e tem administração própria — você não precisa se registrar em St. Moritz para morar aqui. No idioma oficial, Pontresina segue o mesmo caminho de St. Moritz: o alemão é a língua oficial da comuna, e não divide essa função com o romanche, ao contrário de boa parte das comunas vizinhas do Engadin Alto. Na escola primária, porém, o ensino é bilíngue, em romanche puter e alemão. Ou seja: você vai ouvir romanche na rua, mas vai ler alemão nos papéis da comuna. O ritmo é de duas temporadas, e trabalhar aqui significa viver numa vila, com o comércio e o transporte de uma vila.
13 casas · 11 vagas
Klosters
GRGemeinde Klosters
Klosters é uma vila do Prättigau, ao pé da subida para Davos, com hotelaria de temporada e fama de discrição. É menor que Davos e tem outro ritmo — vila, não cidade. O ponto que mais gera confusão: Klosters e Davos aparecem juntas em todo material do destino, mas são comunas separadas. Klosters continua independente; o que mudou em 2021 foi o nome da comuna, que deixou de ser Klosters-Serneus. Onde você mora decide em qual das duas administrações você se registra. A comuna reúne também Serneus e Saas, no vale abaixo, além da própria Klosters — o endereço define o resto. A vila está dividida em Klosters Platz e Klosters Dorf, com estação nas duas.
13 casas · 2 vagas
Celerina
GRGemeinde Celerina
Celerina fica colada em St. Moritz, na saída do vale em direção a Samedan e Pontresina. É uma vila menor, mais residencial, e trabalha com a mesma clientela de montanha da vizinha grande. A praça é a própria comuna, com administração própria. Morar em Celerina e trabalhar em St. Moritz é rotina no Engadin Alto — mas o registro de residência segue o endereço onde você dorme, não o da casa que te contratou. O romanche puter divide com o alemão a função de língua oficial na comuna, e é a língua da escola primária da vila. O nome duplo, Celerina/Schlarigna, vem daí. O ritmo é de duas temporadas, como no resto do Engadin Alto.
9 casas · 3 vagas
Sils im Engadin/Segl
GRGemeinde Sils im Engadin/Segl
Sils é uma vila pequena do Engadin Alto, entre lagos, a caminho do passo do Maloja. É praça de hotelaria tranquila e de hóspede que volta, não de agito — e é menor que St. Moritz em tudo. A praça é a própria comuna, com administração própria, dividida entre Sils/Segl Maria e Sils/Segl Baselgia. Aqui o romanche puter divide com o alemão a função de língua oficial, e é a língua da escola primária da vila — o que você vê escrito na rua e no nome dos lugares vem daí. O nome duplo da comuna, alemão e romanche, é o primeiro sinal disso. Não há estação de trem, e a vila é servida por ônibus a partir de St. Moritz.
9 casas
Silvaplana
GRGemeinde Silvaplana
Silvaplana fica na Alta Engadina, entre St. Moritz e Sils, a mais de 1.800 metros, no cantão dos Grisões. É praça pequena de montanha, com hotelaria de temporada e um traço que a distingue das vizinhas: o lago de Silvaplana é referência de vela e de kitesurf no verão, o que dá à aldeia um movimento de verão que nem toda praça de esqui tem. Para quem trabalha, estar na Alta Engadina significa estar num corredor: St. Moritz, Celerina, Pontresina, Sils e Silvaplana ficam a poucos minutos umas das outras, e o mercado de vagas se lê como um só. O idioma de trabalho é o alemão; a região é de tradição romanche, e o italiano aparece.
6 casas · 5 vagas
Samedan
GRGemeinde Samedan
Samedan fica na Alta Engadina, a cerca de 1.700 metros de altitude, a poucos minutos de St. Moritz. É a sede do círculo administrativo, o nó da Rhätische Bahn onde os trens da região se cruzam e se invertem, e tem o aeroporto mais alto da Europa. Emprega em hotelaria porque é a aldeia de serviço de um dos destinos mais caros e mais conhecidos dos Alpes: hotéis próprios, spa mineral, restaurantes e a demanda que transborda de St. Moritz e Pontresina.
5 casas · 1 vaga
Val Müstair
GRGemeinde Val Müstair
Val Müstair é um vale de fundo de saco no extremo leste da Suíça, do outro lado do Passo do Forno, colado à fronteira com a Itália. Vive de turismo tranquilo, de natureza e de cultura: tem o mosteiro St. Johann, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1983, o Parque Nacional Suíço ao lado e uma pequena estação de esqui, a Minschuns. A hotelaria aqui é de casa pequena e histórica, não de resort — há hotéis com poucas dezenas de quartos, restaurante próprio e cozinha regional com produto de produtor vizinho. Para você, isso quer dizer equipe enxuta, onde uma pessoa cobre mais de uma função e aprende o serviço inteiro. E quer dizer também um vale com pouca gente: o emprego existe, mas o volume é pequeno e a temporada de inverno é curta.
5 casas
Laax
GRGemeinde Laax
Laax é uma comuna dos Grisões, a cerca de 25 km a oeste de Chur, num terraço ensolarado acima do vale do Reno Anterior, com o lago do vilarejo a pouco mais de mil metros de altitude. O emprego em hotelaria vem do domínio de esqui Flims-Laax-Falera, operado pela Weisse Arena, e da base de teleféricos em Laax Murschetg, onde ficam o rocksresort, o signinahotel e o riders hotel. É praça de resort: cozinha de volume, bares, restaurantes de montanha e muita mão de obra estrangeira. Quem chega precisa saber que o domínio de esqui é compartilhado com Flims e Falera, mas cada uma dessas três é uma comuna à parte.
4 casas · 1 vaga
Zuoz
GRGemeinde Zuoz
Zuoz é um vilarejo do Alto Engadin a cerca de 1.700 metros de altitude, com o núcleo histórico mais preservado do vale — casas engadinesas com sgraffito, a praça do Plazzet e a Chesa Planta. É comuna própria, com administração e balcão de registro dentro do vilarejo. A hotelaria aqui é de montanha e tem duas vidas: neve no inverno e caminhada, bicicleta e golfe no verão, com o vilarejo servindo também o internato internacional Lyceum Alpinum, que funciona o ano letivo inteiro. É a única das quatro praças com janela de operação publicada, e por isso a única em que o mês de chegada decide se há trabalho. Fique atento à língua: aqui o romanche é língua oficial, ao lado do alemão.
3 casas
Bad Ragaz
SGGemeinde Bad Ragaz
Bad Ragaz é uma comuna do cantão de St. Gallen, no alto vale do Reno, encostada na fronteira com os Grisões. O nome diz o ofício da praça: «Bad» é banho, e a aldeia vive de termalismo e de hotelaria de bem-estar — o que, para quem trabalha, significa casa grande com operação o ano inteiro em vez de temporada de neve. Isso muda o desenho da vaga. Em praça de esqui o contrato costuma acompanhar a estação; aqui o movimento é de hóspede que vem tratar-se, descansar e ficar alguns dias, e esse hóspede não depende de neve. Também significa brigada organizada e padrão de serviço alto, com chefia intermediária e função recortada, mais perto do que se vê em hotel de cidade do que em casa de montanha. Bad Ragaz fica na fronteira entre St. Gallen e os Grisões, e por isso você vai encontrá-la listada nas duas regiões quando procurar trabalho. Administrativamente ela é SANGALENSE: o cantão é SG e o CEP é 7310 — e é o cantão que decide o que vale para você, do lugar onde se registrar às regras que segue. O idioma de trabalho e da administração é o alemão.
2 casas
Bever
GRGemeinde Bever
Bever é uma aldeia pequena da Alta Engadina, no cantão dos Grisões, a poucos minutos de trem de Samedan e de St. Moritz. Não tem estação de esqui própria: é uma aldeia tranquila de base, com estação da Ferrovia Rética, pistas de esqui de fundo e acesso rápido aos grandes teleféricos da região. A língua da administração hoje é o alemão, com o romanche putèr ainda vivo na escola e na rua. A hotelaria aqui vive do calendário da Engadina, com duas temporadas fortes, inverno e verão, e vazios entre elas. É a praça das quatro com o balcão de registro mais difícil de encaixar num turno quebrado.
2 casas
Parpan
GRGemeinde Churwalden
Parpan é uma vila dos Grisões no vale entre Chur, a capital do cantão, e Lenzerheide. Desde 2010 não é mais comuna própria: faz parte de Churwalden, junto com Malix. Fica dentro da área de esqui de Arosa Lenzerheide, ligada a Arosa por teleférico desde o fim de 2013. Em Parpan saem os teleféricos Heimberg e Proschieri, e ali termina a pista de descida da Copa do Mundo de esqui de Lenzerheide. A hotelaria é de vila de montanha: hotéis pequenos, como o Hotel Alpina, na Hauptstrasse, e muitos apartamentos de férias.
2 casas
Champfèr
GRGemeinde St. Moritz
Champfèr é uma aldeia da Alta Engadina, a cerca de 1.800 metros de altitude, encaixada na estrada entre St. Moritz e Silvaplana, no Cantão dos Grisões. Não é comuna: metade dela pertence a St. Moritz e metade a Silvaplana, e é o endereço do seu contrato que diz em qual balcão você se registra. O que move a hotelaria ali é o hóspede de luxo de St. Moritz — inverno de esqui e verão de montanha —, em casas pequenas e de cinco estrelas, e não em hotéis enormes. A língua de trabalho é o ALEMÃO, o romanche (puter) é língua oficial da região, e no salão você vai usar inglês e italiano com o hóspede. O prazo para se anunciar é de 14 dias, e a Alta Engadina tem duas temporadas separadas por um intervalo em que a aldeia fecha.
2 casas · 3 vagas
Splügen
GRGemeinde Rheinwald
1 casa
Disentis/Mustér
GRGemeinde Disentis/Mustér
1 casa
Vals
GRGemeinde Vals
1 casa
St. Antönien
GRGemeinde Luzein
St. Antönien é uma aldeia walser a cerca de 1.450 metros, num vale lateral do Prättigau, no cantão dos Grisões. Em 2021 virou a primeira «Bergsteigerdorf» (aldeia de montanhistas) da Suíça, e vive de caminhada no verão e de esqui de travessia e um teleski pequeno no inverno. Desde 2016 não é mais comuna: faz parte de Luzein. A hotelaria é pequena — o Hotel Rhätia, a pousada mais antiga do lugar, alguns berghotels e casas de montanha nos arredores, como Partnun.
1 casa
Sedrun
GRGemeinde Tujetsch
1 casa
Lantsch/Lenz
GRGemeinde Lantsch/Lenz
1 casa
Guarda
GRGemeinde Scuol
Guarda é uma aldeia de cerca de 200 moradores na Baixa Engadina, no cantão dos Grisões, num terraço ao sol acima do rio Inn. É conhecida pelas casas engadinas decoradas com sgraffito, pelo Prêmio Wakker de 1975 e por ser a terra da história infantil do Schellen-Ursli. Desde 2015 não é mais comuna: faz parte de Scuol. A hotelaria é de aldeia — poucas casas, a mais antiga delas o Hotel Meisser, da mesma família desde 1893 — e vive de caminhada no verão e de trilha de trenó e paisagem no inverno.
1 casa · 1 vaga